segunda-feira, 13 de junho de 2011

Cânticos pela noite Dentro.

E o cântico da sereia vem.. Chama-me uma e outra vez.
Quem sou, quem serás?
Se amamos, existimos. Ou é por existirmos que amamos?
E ela chama-me, quer-me ou rejeita-me?
Não sou eu, nem és tu.
É o ser único, é o tudo ser incondicional e ainda assim consciente.
Morremos e nascemos de novo para sabermos que mesmo que o labirinto da vida nos venha a confundir,
encontrar-nos-emos outra vez.

1 comentário:

eu disse...

Outra vez não é a mesma vez.